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Mafalda Veiga, Tim, Três Bairros e Orquestra Ibérica

Mafalda Veiga, Tim, Três Bairros e Orquestra Ibérica

DIA 14 // 22:00 // AQUAPOLIS MARGEM SUL

Mafalda Veiga é escritora de canções, intérprete e compositora. Nasceu em Lisboa, a 24 de Dezembro de 1965, onde viveu a maior parte da sua vida. Passou a infância e a adolescência em Espanha. Bisneta do pintor Simão da Veiga, aos sete anos já mexia em pincéis, óleos e telas com a avó, também pintora, e julgou ser essa a sua vocação. Foi então que o pai lhe ofereceu a primeira viola. Aprendeu a tocar com o seu tio mais novo, Pedro da Veiga, guitarrista de fado, e nunca mais parou. Aos treze anos, escreveu a primeira canção. O gosto pela composição e escrita de canções impunha-se. O seu primeiro disco, “PÁSSAROS DO SUL” (prémio Sete de Ouro Revelação), foi editado em Novembro de 1987, quando estava ainda no segundo ano de Línguas e Literaturas Modernas, na Faculdade de Letras de Lisboa. Foi disco de prata. Terminou o curso de Literatura entre a escrita e os concertos. A escolha estava feita. Editou, ao longo dos últimos 30 anos, vários álbuns que foram discos de ouro, prata e platina, nomeadamente “TATUAGEM” (de 1999, cujas canções fizeram parte de bandas-sonoras de novelas da brasileira Tv Globo), “Ao vivo” (de 2000, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa), o dvd “5 de Outubro no Coliseu de Lisboa” (2004), “Chão” (de 2009, Prémio Zeca Afonso), “Zoom” (2011) e “Praia” (de 2016, que é simultaneamente um disco e um caderno de autor).

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Tim começou a sua vida artística aos 15 anos como baixista, em formações de jovens e grupos de baile. Aos 18 anos trabalha pela primeira vez com originais no Grupo 2, um trio almadense de música instrumental de improvisação. Aos 19 inicia o estudo do contrabaixo no Conservatório de Lisboa, e simultaneamente começa a sua actividade como baixista nos Xutos & Pontapés. Com 22 anos, em 1982, grava o primeiro trabalho com o grupo. Seguem-se uma série deles, todos galardoados com disco de ouro, até 1990, altura em que o grupo faz uma pausa. Aí, Tim é convidado para integrar outro colectivo de reunião, Resistência, com Pedro Ayres Magalhães, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Fred Mergner, Rui Luís Pereira "Dudas", José Salgueiro e Alexandre Frazão, com o qual grava Palavras ao Vento e Mano a Mano. No retomar da carreira dos Xutos & Pontapés, prosseguem os registos com o grupo. Em 1995, outro projecto de referência tomava forma: a partir de uma história de João Monge musicado por João Gil, produzido por João Gil, Rui Veloso e Tim, contando ainda com as participações de Jorge Palma e Vitorino, nasce o Rio Grande, cujo nome é da autoria de Tim, e que atinge outra vez a primeira grandeza no panorama português. Ainda neste ano Tim é convidado por Manuel Faria a participar na compilação de Natal Espanta Espíritos com o tema "Uma Rocha Negra" em dueto com Andreia. Segue-se o primeiro disco a solo, Olhos Meus, em 1999, que contou com a participação de Samuel Palitos, Frederico Valsassina, João Cardoso e Gui. Em 2006 surge Um e o Outro, o seu segundo disco a solo, em que conta com a participação de João Cardoso, Pedro V. Gonçalves e Samuel Palitos, e ainda com Mariza e Mário Laginha como convidados. Surgem duas versões: "Estrela do Mar" de Jorge Palma e "Epitáfio" dos brasileiros Titãs. Em 2008, Tim lança o seu terceiro álbum a solo: Braço de Prata, com originais e também adaptações dos Sétima Legião, dos Rio Grande, de Adriano Correia de Oliveira, de Bernardo Santareno, de João Gil e dos próprios Xutos & Pontapés. Para este disco, Tim contou com João Cardoso (Humanos) no piano e teclado, de José Moz Carrapa (Ala dos Namorados) nas guitarras, de Fernando Júdice (ex-Madredeus) no baixo, de Fred (Buraka Som Sistema, Oioai e Yellow W Van) na bateria e de Gabriel Gomes dos Sétima Legião no acordeão. O disco Companheiros de Aventura é editado em Março de 2010. Em 2012 é lançado Companheiros de Aventura Ao Vivo em que surgem convidados como Celeste Rodrigues, Teresa Salgueiro, Rui Veloso, Mário Laginha e Vitorino.

Três Bairros é um trio composto por Guilherme Madeira na voz, Ricardo Gama na guitarra portuguesa e João Correia na viola. Nasce em Santarém em 2015 e desde o seu início procurou diferenciar-se dos restantes grupos pela forma de moldar a sua música em torno do fado. A abordagem a este género, a que se junta a genuinidade de cada músico, resulta num trabalho sério e ao mesmo tempo divertido que irá em breve ser dado a conhecer ao público no disco de estreia “Turno da Noite”. Editaram em 2015 o seu primeiro tema, que viria a ser um sucesso, contando com mais de 20.000 visualizações no Youtube, intitulado “Grilo Coceirão”. A partir dessa altura iniciaram uma digressão por vários palcos nacionais, tais como – Convento de S.Francisco, Festas de S.José, Casino do Estoril, Casino de Lisboa, Mértola, Peso da Régua, Museu do Fado, entre outros. O primeiro single do disco de estreia dos Três Bairros intitula-se “Miúda do Café” e saiu no mês de Março de 2017. Em Outubro, juntamente com o disco, foi editado o segundo Single que dá o nome ao primeiro registo deste grupo, intitulado “O Turno da Noite”.

Três Bairros Website

 





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